Como aplicar governança para apoiar o crescimento

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July 4, 2017
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Endeavor Brasil
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Como aplicar governança para apoiar o crescimento

TL;DR

A governança corporativa apoia o crescimento ao tornar claros os objetivos, as responsabilidades e as regras da empresa, com equidade, transparência, controles e responsabilidade social. Sua aplicação pode começar com princípios simples e evoluir para um conselho consultivo. Na experiência apresentada, reuniões mensais, indicadores das áreas e retorno sobre as decisões ajudam a dar ritmo à operação e fortalecer a relação com investidores.

Transcript

Bom dia a todos meu nome é Gustavo marujo Eu trabalho na área de apoio empreendedores a mais uma mentoria online hoje o assunto é governança corporativa e queria agradecer aos mais de 3.500 inscritos Essa mentoria é realizada pela em devor junto com o SEBRAE Então queria agradecer antes de tudo ao Sebrae nosso nosso grande parceiro não se esqueça d... Read More

Key Insights

  • A equidade orienta o relacionamento da empresa com seus sócios e com as pessoas que trabalham nela.
  • A transparência é apresentada como uma expectativa de fundos e empresas que investem em negócios.
  • Os controles internos estabelecem regras para o funcionamento da organização e integram a governança.
  • A responsabilidade social apresentada na mentoria também inclui atenção ao aspecto ambiental.
  • O conselho consultivo permite trazer experiência externa quando falta estrutura para um conselho formal.
  • As reuniões mensais de conselho ajudam a organizar indicadores e dar ritmo à empresa de Alexandre.
  • A clareza de objetivos e responsabilidades facilita a compreensão do trabalho esperado de cada pessoa.
  • O alinhamento de propósito e valores orientou Alexandre na escolha das pessoas para seus conselhos.

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Questions & Answers

Q: O que é governança corporativa na prática de uma empresa?

Governança corporativa é apresentada como uma maneira de olhar os diferentes aspectos da empresa, incluindo administração, controles internos, mercado e responsabilidade social. Na prática, envolve estabelecer regras de funcionamento, esclarecer responsabilidades e manter transparência nas relações com sócios, equipes e terceiros. A mentoria organiza essa visão em quatro pontos: equidade, transparência, controles e responsabilidade social, incluindo o aspecto ambiental. Também destaca a contribuição de pessoas externas, por meio de conselhos consultivos ou de administração, para discutir o negócio e ajudar a implementar essas regras.

Q: Quais são os princípios de governança corporativa apresentados na mentoria?

Os princípios apresentados são equidade, transparência, controles e responsabilidade social. A equidade aparece ligada ao tratamento dos sócios e das pessoas que trabalham na organização. A transparência deve orientar as relações com sócios e terceiros, sendo também uma expectativa dos investidores mencionados. Os controles dizem respeito às regras que organizam o funcionamento interno da empresa. A responsabilidade social é tratada de maneira abrangente, com atenção também ao ambiente. Segundo a exposição, esses princípios devem acompanhar o empreendimento desde o começo, mesmo quando ainda não existe uma estrutura formal de conselho.

Q: Como integrar as reuniões de conselho à rotina das equipes?

Na experiência relatada por Alexandre, a integração ocorre por meio da preparação de materiais e indicadores pelas áreas da empresa para as reuniões mensais com os conselheiros. Depois dos encontros, as equipes recebem retorno sobre o que aconteceu e sobre as deliberações tomadas. Essa dinâmica conecta a operação às discussões do conselho e ajuda a validar o trabalho em andamento. Alexandre afirma que a estrutura também serve para gerar ritmo para a companhia. A intenção apresentada é fazer da governança um apoio à evolução do negócio, evitando que ela seja percebida como um processo que torna a empresa mais lenta.

Q: Como escolher conselheiros para apoiar o crescimento da empresa?

Alexandre relata que procurou trazer para os conselhos pessoas com quem existisse alinhamento de propósito e de valores. A confiança nessas pessoas e a afinidade com suas convicções foram critérios destacados para facilitar o processo e contribuir para os resultados. O mentor também ressalta que pessoas externas podem oferecer experiência e ideias úteis para o negócio. Essa contribuição inclui discutir problemas essenciais, olhar para o futuro e alertar sobre caminhos que já causaram dificuldades em outras experiências. A escolha apresentada combina, portanto, alinhamento com os empreendedores e capacidade de contribuir para as discussões da empresa.

Q: Quando uma empresa deve começar a implementar governança corporativa?

Segundo o mentor, os princípios de governança devem estar presentes desde o início da empresa, mas isso não exige criar imediatamente grandes mecanismos ou uma estrutura pesada. No começo, o foco dos empreendedores é tornar o projeto uma realidade. Equidade, transparência, responsabilidade social e regras de funcionamento podem acompanhar essa etapa. Quando a empresa começa a se estruturar e a navegar por si só, o mentor considera importante receber contribuições de pessoas externas. Elas podem ajudar a discutir a continuidade do negócio, seu futuro e os caminhos escolhidos pelos empreendedores, trazendo experiências que complementam a energia de quem está começando.

Q: Como a clareza de papéis contribui para a governança da empresa?

A clareza de papéis permite que as pessoas compreendam a estrutura hierárquica, saibam quem responde por cada atividade e entendam o que a empresa espera delas. Alexandre relaciona essa definição à comunicação dos objetivos da companhia e das expectativas sobre executivos e colaboradores. No caso dos sócios, ele também recomenda observar a experiência e o perfil de cada pessoa para definir como pode entregar valor ao negócio. Essa distribuição deve estar conectada ao restante da estrutura. Na experiência apresentada, objetivos claros, alinhamento de médio prazo e responsabilidades explícitas favorecem uma dinâmica de governança equilibrada.

Q: Qual é a relação entre governança corporativa e investidores?

A mentoria apresenta a transparência e a equidade como expectativas de investidores, incluindo fundos e empresas de capital aberto. Alexandre relata que sua empresa recebeu investimento minoritário de uma empresa de capital aberto e passou a lidar com as exigências de governança desse investidor enquanto enfrentava os desafios de crescimento de uma startup. Ele menciona acordos de acionistas e de investimento como documentos que ajudam a sustentar o processo. Também destaca que o empreendedor deve demonstrar que compreende a relevância da governança e seu papel no fortalecimento da companhia, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento do projeto.

Q: Como um conselho consultivo pode ajudar uma empresa em crescimento?

O conselho consultivo é apresentado como uma possibilidade para empresas novas que ainda não possuem estrutura para montar um conselho de administração. Sua contribuição é trazer pessoas de fora para renovar as ideias e apoiar as discussões sobre o negócio e os princípios de governança. O mentor destaca que empreendedores jovens podem combinar sua dinâmica e vontade de criar com a experiência de outras pessoas. Essas pessoas podem alertar sobre caminhos problemáticos que já percorreram e participar da discussão de questões essenciais à continuidade da empresa. A atenção ao futuro aparece como parte importante dessa contribuição externa.

Summary & Key Takeaways

  • A governança apresentada combina equidade, transparência, controles e responsabilidade social e ambiental. Esses princípios orientam as relações com sócios, colaboradores, investidores e terceiros.

  • Na experiência de Alexandre, o conselho reúne-se mensalmente. As áreas preparam materiais e indicadores e recebem retorno sobre as deliberações, conectando a governança ao ritmo de evolução da empresa.

  • Os princípios de governança devem existir desde o início, sem exigir uma estrutura pesada. Conforme a empresa começa a se sustentar, conselheiros externos podem contribuir com experiência e novas ideias.


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