Como aprimorar o Canvas e competir com gigantes

TL;DR
O Canvas deve ser aprimorado com novas referências e experimentação, porque o livro registra uma ferramenta em um momento específico. Marcelo Salim recomenda complementar a leitura com blogs e experiências práticas, além de explorar nicho, foco e velocidade para competir com grandes empresas. Para ele, questionar cobrança, entrega e parcerias ajuda a construir um negócio próprio que pode despertar interesse de compradores.
Transcript
a a primeira pergunta em resumo eh a falha do da ferramenta eh eu bom isso é uma ferramenta n eu acredito no mundo depois que eu li Henry jenkins que é um cara do Mit que fala sobre transmídia a minha cabeça mudou muito acho que o mundo é transmídia a educação da transmídia então aquele cara que vem pra faculdade assiste todas as aulas tira 10 em t... Read More
Key Insights
- O livro é uma referência estática, segundo Salim, e precisa ser complementado por debates e novidades.
- A contribuição do livro está na compilação dos conceitos, segundo Salim, e não em sua novidade.
- Blogs de Steve Blank e Osterwalder são referências citadas para acompanhar a evolução da ferramenta.
- A formação inclui atividades práticas, empresa júnior e contato com o mercado, na visão de Salim.
- Nicho, foco e velocidade são vantagens que Salim recomenda explorar diante de grandes empresas.
- O Canvas permite questionar formas de cobrança, entrega, terceirização e escolha de parceiros.
- O legado de grandes empresas limita sua liberdade de mudar e reproduzir modelos, segundo Salim.
- Construir uma empresa por acreditar nela pode gerar interesse de compradores, na avaliação de Salim.
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Questions & Answers
Q: Quais são as limitações do livro Business Model Generation segundo Marcelo Salim?
A principal limitação apontada por Marcelo Salim é o caráter estático do livro. Depois de escrito, seu conteúdo permanece registrado naquele momento, enquanto as ferramentas e as discussões sobre empreendedorismo continuam evoluindo. Salim considera que o autor fez um trabalho muito bom ao compilar conceitos daquela forma, embora não veja novidade nos conceitos em si. Sua recomendação é continuar usando o livro e complementar a leitura com blogs, novidades e debates que ajudem a perceber problemas e acompanhar as soluções propostas para eles.
Q: Como complementar o estudo do Canvas para acompanhar seu aprimoramento?
Marcelo Salim recomenda acompanhar blogs e novidades de pessoas que discutem modelos de negócios e empreendedorismo. Ele cita os blogs de Steve Blank e Osterwalder como referências para observar a evolução das ideias e as correções de limitações percebidas no livro. Também menciona um pensador brasileiro que acompanha como alguém capaz de alertar sobre dificuldades. A orientação central é manter o livro como referência, mas ampliar as fontes de aprendizado. Para Salim, uma ferramenta precisa ser aprimorada, e acompanhar essas discussões permite perceber mudanças que uma publicação estática não incorpora.
Q: Por que Marcelo Salim relaciona aprendizagem e educação transmídia?
Marcelo Salim afirma que sua maneira de pensar mudou depois de ler Henry Jenkins e associa a ideia de transmídia à educação e à vida. Para ele, assistir às aulas e obter boas notas representa apenas uma parte do aprendizado disponível. Participar de atividades, atuar em empresa júnior, lidar com pessoas, conhecer o mercado e conversar com profissionais também compõe a formação. Essa visão fundamenta sua recomendação de ampliar as fontes usadas no estudo de modelos de negócios. O aprendizado, em sua perspectiva, acontece em diferentes experiências e espaços.
Q: Como uma empresa pequena pode competir com gigantes como o Google?
Marcelo Salim recomenda explorar nicho, foco, velocidade e trabalho duro para enfrentar grandes empresas. Sua justificativa é que organizações muito grandes carregam um passado e um legado que dificultam mudanças e a reprodução de determinados modelos de negócios. O empreendedor, por sua vez, pode atuar com mais liberdade e independência enquanto ainda não acumulou essas restrições. Salim também sugere experimentar, identificar melhor o nicho e a lucratividade e repensar a entrega. Ele apresenta essas orientações como aquilo que faria e faz, sem prometer uma receita de sucesso.
Q: Como usar o Canvas para encontrar alternativas no modelo de negócios?
Marcelo Salim sugere desenhar o Canvas da empresa e questionar as escolhas representadas em seus blocos. Entre as perguntas propostas estão como deixar de cobrar por algo, quem poderia pagar por essa ausência de cobrança e como cobrar de maneira diferente. Ele também recomenda considerar a terceirização de alguma atividade e a participação de um parceiro-chave. A finalidade é explorar maneiras diferentes de organizar o negócio, sua entrega e sua lucratividade. Na avaliação de Salim, essa combinação pode produzir um modelo que uma empresa muito grande tenha dificuldade de reproduzir.
Q: Por que o legado de uma grande empresa pode favorecer novos empreendedores?
Na avaliação de Marcelo Salim, grandes empresas têm um passado que condiciona suas possibilidades de mudança. Ele usa essa ideia para explicar por que uma organização como o Google pode ter dificuldade de reproduzir um modelo construído por um empreendedor mais livre. Quem está começando pode experimentar e agir de maneira mais independente, pois ainda não acumulou o mesmo legado. Salim também observa que essa liberdade diminui conforme a própria empresa cresce. Assim, sua recomendação é aproveitar essa condição para explorar nichos e desenvolver formas diferentes de cobrar, entregar e trabalhar com parceiros.
Q: É melhor criar uma empresa para vendê-la ou por acreditar no negócio?
Marcelo Salim defende construir uma empresa porque se acredita nela. Ele relata que, entre as pessoas que conhece, aquelas que montam uma empresa com o objetivo de vendê-la acabam criando negócios que considera pouco bons e não conseguem realizar a venda. Em sua visão, acreditar na empresa favorece a construção de um negócio bom, que pode despertar o interesse de compradores. Essa é uma avaliação baseada na experiência relatada por Salim. A possibilidade de aquisição aparece como consequência do desenvolvimento da empresa, sem ser apresentada como um resultado garantido.
Q: Qual é o papel dos erros na identificação de um modelo de negócios?
Marcelo Salim associa os erros ao esforço de identificar melhor o nicho, a lucratividade e a forma de entregar o que a empresa oferece. Sua orientação é experimentar maneiras diferentes de trabalhar os blocos do Canvas e refletir sobre as alternativas disponíveis. Isso inclui rever a cobrança, considerar quem poderia financiar uma oferta sem cobrança direta e avaliar terceirização ou parceiros-chave. O erro aparece como parte dessa busca por uma configuração mais adequada para o negócio. Salim combina essa disposição para experimentar com foco, velocidade e trabalho duro diante das grandes empresas.
Summary & Key Takeaways
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Salim considera o livro Business Model Generation uma compilação valiosa, mas estática. Recomenda acompanhar blogs e debates sobre empreendedorismo para identificar limitações e conhecer aprimoramentos.
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A aprendizagem, na visão de Salim, vai além das aulas e da leitura. Atividades práticas, empresa júnior, contato com pessoas e conhecimento do mercado complementam a formação e ampliam o aprendizado.
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Para enfrentar grandes empresas, Salim propõe nicho, foco, velocidade e trabalho duro. O Canvas ajuda a repensar cobrança, entrega e parceiros, explorando a liberdade de um negócio com menos legado.
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