Como usar cloud computing e software como serviço

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February 5, 2013
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Endeavor Brasil
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Como usar cloud computing e software como serviço

TL;DR

A computação em nuvem permite ampliar ou reduzir recursos rapidamente conforme a demanda, diminuindo infraestrutura ociosa e custos. Suas camadas de infraestrutura, plataforma e software como serviço atendem, respectivamente, arquitetos, desenvolvedores e usuários, enquanto aplicações nativas conseguem requisitar servidores automaticamente e responder melhor a picos de uso.

Transcript

Bom dia eh prazer est aqui na indenor e poder falar um pouquinho de cloud para vocês de nuvens eh depois da palestra do Alexandre é um bom desafio para mim tentar deixar vocês animados com um tema um pouco técnico mas eu vou tentar ser eh fugir da tecneira eh só esbarrar um pouco nela eh eu acho que é importante aqui passar o alguns conceitos eh tr... Read More

Key Insights

  • A computação em nuvem combina tecnologias evolutivas em um modelo descrito como disruptivo e abrangente.
  • A infraestrutura como serviço reúne conectividade, servidores, data centers, refrigeração e energia elétrica.
  • A plataforma como serviço oferece acesso estruturado à infraestrutura para desenvolvedores de aplicações.
  • O software como serviço entrega aplicações diretamente aos usuários e gera o valor percebido no cotidiano.
  • A elasticidade permite ativar 40 servidores em até dois minutos e removê-los depois do pico de demanda.
  • Aplicações pré-cloud e monolíticas não conseguem aproveitar plenamente os recursos oferecidos pela nuvem.
  • Aplicações otimizadas ajustam máquinas, memória e disco dinamicamente, com menor interferência humana.
  • Aplicações nativas podem requisitar servidores automaticamente e reduzir a capacidade quando a demanda cai.

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Questions & Answers

Q: O que é computação em nuvem e por que ela é considerada disruptiva?

Computação em nuvem é um modelo que reúne conectividade, servidores, data centers, plataformas e aplicações para entregar recursos de forma flexível. Seu ponto central é a elasticidade, isto é, a possibilidade de modificar a capacidade conforme uma necessidade específica. Ela é considerada disruptiva porque combina tecnologias e ideias acumuladas ao longo do tempo em uma estrutura abrangente, capaz de sustentar aplicações, ampliar recursos rapidamente e distribuir serviços entre diferentes localidades. Essa capacidade também viabiliza parte importante dos novos produtos digitais apresentados como software.

Q: Quais são as camadas de infraestrutura, plataforma e software como serviço?

Infraestrutura como serviço é a camada básica, formada por conectividade, servidores, data centers, refrigeração e energia elétrica, sendo utilizada principalmente por arquitetos de infraestrutura. Plataforma como serviço ocupa a camada intermediária e fornece aos desenvolvedores um meio regular, estruturado e mais prático de acessar os recursos da infraestrutura. Software como serviço fica na camada superior e corresponde às aplicações consumidas pelos usuários, como sistemas de recursos humanos, serviços bancários ou redes sociais. A demanda do software impulsiona a plataforma, que, por sua vez, demanda infraestrutura.

Q: Como a elasticidade da nuvem atende a picos de demanda?

A elasticidade permite aumentar ou reduzir recursos conforme a demanda, sem manter permanentemente toda a capacidade necessária para os maiores picos. O exemplo apresentado é o de um cliente que precisa de 40 servidores adicionais durante oito horas. Em um modelo anterior, engenheiros e arquitetos teriam de conectar máquinas, instalar sistemas operacionais e verificar o funcionamento, processo que poderia levar de oito a dez horas. Na nuvem, um comando pode disponibilizar as 40 máquinas, com sistemas operacionais e aplicação funcionando, em aproximadamente um ou dois minutos.

Q: Qual é a diferença entre aplicações pré-cloud, otimizadas e nativas?

Aplicações pré-cloud foram desenhadas para um modelo tecnológico monolítico e, por isso, não aproveitam efetivamente os benefícios da nuvem. Uma aplicação hospedada em infraestrutura cloud pode estar em um data center moderno, mas ainda depender da inclusão manual de servidores físicos e demorar de quatro a seis horas para crescer. Aplicações otimizadas já conseguem ajustar máquinas, memória e disco dinamicamente, com menos interferência humana. Aplicações nativas vão além: reconhecem padrões de demanda e requisitam automaticamente novos servidores pela plataforma, reduzindo a capacidade quando o pico termina.

Q: Por que o software como serviço orienta a evolução da nuvem?

O software como serviço orienta a evolução porque é a camada consumida diretamente pelas pessoas e aquela que produz valor para o objetivo desejado. A infraestrutura não surge por iniciativa própria, ela existe para responder à demanda das aplicações. Quando usuários adotam sistemas de gestão, bancos, redes sociais ou outras soluções online, essas aplicações demandam recursos da plataforma, que então solicita capacidade à infraestrutura. Assim, o volume de aplicações e de novos produtos baseados em software determina quais serviços de data center, plataforma e processamento precisam evoluir para sustentar o uso.

Q: Como a nuvem pode reduzir custos e o consumo de energia?

A nuvem pode reduzir custos e energia ao permitir que a capacidade acompanhe a demanda real. Uma aplicação nativa pode aumentar automaticamente o número de servidores em um dia de pico de vendas e voltar ao nível normal quando o movimento diminui. O exemplo apresentado descreve a ativação de 40 servidores adicionais e a posterior redução para 16 servidores normais. Esse ajuste evita manter recursos ociosos durante períodos de menor atividade, economiza energia e diminui a necessidade de trabalho humano para instalar, configurar e remover máquinas manualmente.

Q: Como diferentes data centers aumentam a continuidade de um serviço?

Um serviço pode funcionar em um data center de São Paulo e, ao mesmo tempo, manter capacidade equivalente em um data center do Rio de Janeiro. Essa distribuição permite atender públicos por localidades diferentes e cria redundância, oferecendo uma alternativa caso uma estrutura deixe de operar. O princípio depende da inteligência do software e da possibilidade de reproduzir aplicações e recursos em mais de um local. Para o usuário de software como serviço, a infraestrutura deve permanecer transparente, pois seu interesse principal está na disponibilidade e no valor da aplicação utilizada.

Q: Por que aplicações antigas aproveitam menos os benefícios da nuvem?

Aplicações antigas, como sistemas de gestão desenvolvidos há dez ou quinze anos, foram concebidas para uma tecnologia mais rígida e monolítica. Mesmo quando são transferidas para um data center com infraestrutura de nuvem, elas podem apenas usar o local de hospedagem, sem explorar elasticidade, automação ou escalabilidade dinâmica. Quando precisam crescer, ainda exigem mais servidores físicos e podem levar de quatro a seis horas para entrar em operação. Para aproveitar melhor a nuvem, o software precisa ser desenhado para usar suas funções e sua inteligência.

Summary & Key Takeaways

  • A nuvem reúne três camadas dependentes: infraestrutura como serviço fornece recursos físicos, plataforma como serviço facilita seu uso por desenvolvedores e software como serviço entrega aplicações aos usuários.

  • Elasticidade é o elemento central do modelo: uma empresa pode ativar dezenas de servidores durante um pico de vendas e retornar à capacidade normal depois, reduzindo custos, energia e intervenção humana.

  • Aplicações antigas e monolíticas aproveitam pouco a nuvem. Sistemas otimizados conseguem ajustar recursos dinamicamente, enquanto aplicações nativas requisitam capacidade automaticamente conforme a demanda prevista.

  • A computação em nuvem é apresentada como uma inovação disruptiva formada pela evolução da conectividade, dos processos e das tecnologias, capaz de sustentar serviços digitais em grande escala.


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