Como planejar uma loja virtual para vender bem

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July 25, 2012
by
Endeavor Brasil
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Como planejar uma loja virtual para vender bem

TL;DR

Uma loja virtual exige integrar plataforma, experiência de compra, prevenção de fraude, pagamentos e logística. O planejamento deve detalhar a customização do site, a integração com o ERP e os custos de taxas, armazenagem e estoque. A logística regional pode tornar o frete competitivo, mas sua expansão depende de vendas suficientes para sustentar mercadorias em outros centros.

Transcript

o e-commerce ele é um quebra-cabeça Ele tem muita coisa que deve ser vista com muito detalhe e nós vamos falar rapidamente um pouco de cada um desses detalhes para que vocês possam ter uma visão geral dos problemas que a gente sempre enfrenta eh nesse dia a dia de vender online que Aparentemente parece só montar um site né então vamos lá aqui nós v... Read More

Key Insights

  • A customização da plataforma exige planejamento, programação, detalhamento e definição do escopo.
  • A experiência de compra envolve rapidez, navegação, apresentação do produto e apoio ao cliente.
  • A aprovação do cartão não garante o recebimento definitivo quando o titular contesta a compra.
  • A análise de fraude compara dados do comprador, como CPF, telefone e endereço de entrega.
  • Taxas de administração e antecipação de recebíveis precisam entrar no cálculo do custo da venda.
  • A logística regional pode tornar o frete competitivo, mas exige financiar estoques distribuídos.
  • O volume de vendas regional orienta o momento de estabelecer um centro logístico avançado.
  • O valor por volume diferencia produtos e ajuda a entender a lógica dos custos de armazenagem.

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Questions & Answers

Q: Como planejar a plataforma de uma loja virtual?

O planejamento da plataforma deve começar pela definição do que a loja pretende vender e de como apresentará esses produtos. A exposição destaca que cosméticos, eletroportáteis, roupas e perfumes exigem adaptações na experiência oferecida ao comprador. Escolher uma plataforma é apenas uma parte do trabalho: também é necessário definir a customização, a programação, o detalhamento e o escopo do projeto. Outro ponto central é a integração com o ERP, para que os sistemas funcionem harmonicamente. Esse trabalho deve sustentar a navegação, a apresentação dos produtos e o caminho até a compra.

Q: Como melhorar a experiência de compra em uma loja virtual?

A experiência de compra depende da percepção que o cliente tem ao navegar pela loja e avaliar seus produtos. Entre os elementos apresentados estão a rapidez do site, a quantidade de cliques até concluir a compra e a maneira como o produto aparece. Fotografias, detalhes, vídeos e explicações podem compor essa apresentação. O atendimento por chat também é citado como uma forma de esclarecer dúvidas em tempo real. A customização precisa considerar o universo dos produtos vendidos e criar uma experiência que faça o comprador se sentir envolvido pela loja.

Q: Por que a aprovação do cartão não elimina o risco de fraude?

A aprovação do cartão não garante que o lojista ficará definitivamente com o dinheiro da venda. Na situação descrita, o titular informa ao banco que não reconhece a compra, e essa contestação chega ao adquirente. O valor anteriormente creditado ao estabelecimento pode então ser retirado. Se a mercadoria já foi entregue, a loja enfrenta a perda do recebimento e do produto enviado. O palestrante ressalta que uma tentativa de recuperação jurídica pode demorar, levando a operação a considerar esse dinheiro perdido no fluxo de caixa. Por isso, aprovação e análise de fraude são etapas distintas.

Q: Como avaliar sinais de fraude em compras pela internet?

A análise apresentada procura verificar se quem está comprando é realmente o titular do cartão. Para isso, considera a correspondência entre informações como CPF, telefone fixo, endereço associado ao comprador e endereço de entrega. A exposição também diferencia os riscos conforme o produto: celulares e computadores aparecem como exemplos de bens que podem ser repassados com facilidade. A geladeira é usada como contraste por exigir um local de entrega e ser menos simples de revender na situação descrita. Esses exemplos orientam a atenção ao risco, sem substituir a verificação dos dados da compra.

Q: Qual é a diferença entre adquirente e subadquirente?

Na explicação apresentada, o adquirente processa a operação com cartão e paga o estabelecimento pela despesa realizada pelo consumidor. O subadquirente atua como intermediário, processando a operação por meio de um adquirente e repassando o pagamento ao lojista. O exemplo utilizado é o de uma loja que possui uma máquina de cartão e processa a venda de uma loja vizinha que não possui esse equipamento. Quando recebe o dinheiro, a primeira loja paga a segunda. A comparação ajuda a compreender o papel de intermediação antes de avaliar as taxas cobradas por cada serviço.

Q: Como considerar taxas de pagamento no custo de uma loja virtual?

As taxas devem ser avaliadas junto das condições de pagamento e do prazo em que a loja receberá o dinheiro. A exposição destaca a taxa de administração e os custos associados a receber antecipadamente uma venda parcelada. Uma oferta de pagamento ao lojista no dia seguinte precisa ser acompanhada da pergunta sobre a taxa cobrada. O palestrante também relaciona as diferenças de condições ao risco da operação e ao volume de vendas do estabelecimento. Para planejar os custos, é necessário considerar quanto será descontado e quando o valor estará disponível, incluindo operações com subadquirentes.

Q: Quando vale a pena distribuir o estoque em centros logísticos regionais?

A distribuição regional do estoque deve ser considerada quando o volume de vendas de uma região consegue sustentar as mercadorias em um centro avançado. A proposta apresentada é começar estimulando esse mercado com frete e preço competitivos, acompanhar o crescimento das vendas e identificar o momento de manter estoque mais próximo dos compradores. Recife aparece como exemplo de ponto logístico para atender o Nordeste. A vantagem buscada é melhorar a competitividade do frete, mas existe uma contrapartida: replicar estoque exige recursos. A decisão precisa comparar essa necessidade com a alternativa de manter uma logística centralizada.

Q: Como o volume dos produtos influencia o planejamento da armazenagem?

O planejamento da armazenagem precisa considerar o espaço ocupado pelos produtos, além de seu valor de venda. O palestrante relata que operadores logísticos enxergam volume, enquanto o comerciante costuma enxergar valor. Por isso, um contrato baseado apenas em percentual das vendas pode não acompanhar os custos de armazenagem, separação e embalagem. A comparação entre um iPhone e uma geladeira ilustra a diferença de valor em relação ao volume ocupado. O conceito apresentado como preço cubado ajuda a perceber por que mercadorias com valores e dimensões diferentes exigem atenção distinta na negociação da operação logística.

Summary & Key Takeaways

  • A plataforma precisa ser adaptada ao produto vendido e integrada ao ERP. Planejamento, programação e escopo sustentam uma experiência de compra que envolve navegação, rapidez, apresentação e atendimento.

  • A aprovação do cartão não elimina o risco de contestação pelo titular. A operação deve avaliar sinais de fraude e incorporar taxas de pagamento, parcelamento e antecipação ao custo das vendas.

  • Centros logísticos regionais podem melhorar a competitividade do frete, mas exigem estoque adicional. A decisão depende do volume de vendas e dos custos de armazenagem, separação e embalagem.


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