Como a cultura sustentou o crescimento do iFood?

TL;DR
A cultura e a disciplina de gestão sustentaram o crescimento do iFood, segundo Fabrício Bloisi, ao alinhar pessoas em torno de propósito, metas e responsabilidade pelo negócio. A empresa investe em comunicação, integração presencial e remota e revisão mensal de indicadores para manter esse alinhamento. No relato, o volume passou de cerca de 20 mil pedidos mensais no primeiro investimento para 88 ou 89 milhões no mês anterior à apresentação.
Transcript
[Música] este mais ou menos 6000 pessoas 5500 mais ou menos umas 2500 estão espalhadas pelo mundo mais ou menos isso pouquinho mais de 2000 3000 e poucas estão aqui perto ou em São Paulo ou em Campinas ou na região a gente recomenda ficar duas vezes por semana no escritório Mas é uma recomendação o cara pode ficar uma pode ficar três ou pode ficar ... Read More
Key Insights
- Bloisi atribui o crescimento do iFood à cultura e à disciplina de gestão, além dos recursos financeiros.
- A recomendação de presença no escritório é de duas vezes por semana, com flexibilidade para cada grupo.
- A reunião mensal de resultados reúne pessoas para revisar os indicadores do conjunto do iFood.
- As transmissões internas comunicam missão, visão, princípios, metas e desempenho às equipes.
- A Movile enfrentou crises de caixa e quase quebrou diversas vezes durante seus primeiros anos.
- O iFood começou como marketplace e passou a operar com entregadores a partir de 2019, segundo o relato.
- O volume mensal chegou a 88 ou 89 milhões de pedidos no mês anterior à apresentação de Bloisi.
- Bloisi defende um propósito comum e espaço para conflitos que possam ser alinhados antes de avançar.
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Questions & Answers
Q: Como a cultura empresarial contribuiu para o crescimento do iFood?
A cultura empresarial contribuiu para o crescimento do iFood ao criar um senso comum de direção, propósito e responsabilidade pelo negócio, segundo Fabrício Bloisi. Ele destaca a importância de envolver as pessoas, fazê-las sonhar juntas e manter todos trabalhando em uma direção compartilhada. Na apresentação, cultura e modelo de gestão aparecem como os principais fatores de crescimento. Bloisi também relata que o presidente do iFood na época do investimento atribuiu a expansão de aproximadamente 20 mil para 300 mil pedidos mensais, em um ano e meio, à disciplina e à cultura trazidas pela Movile.
Q: Como o iFood mantém a cultura entre equipes presenciais e remotas?
O iFood mantém a cultura entre equipes presenciais e remotas por meio de comunicação, integração e investimento em infraestrutura, conforme o relato de Fabrício Bloisi. A empresa utiliza espaços que recebem tanto reuniões de trabalho quanto eventos e investe em vídeo, áudio e gravação para alcançar quem está distante. Também realiza transmissões internas com apresentadores, câmeras, música e humor. Essas iniciativas comunicam missão, visão, princípios, metas e desempenho. O objetivo declarado é que as pessoas entendam o rumo da empresa, reconheçam sua responsabilidade e se comprometam com o propósito compartilhado.
Q: Como funciona a recomendação de trabalho presencial no iFood?
A recomendação apresentada por Fabrício Bloisi é comparecer ao escritório duas vezes por semana, com flexibilidade para cada grupo se ajustar. Ele explica que uma pessoa pode frequentar o escritório uma, três, nenhuma ou cinco vezes na semana. A justificativa para promover encontros presenciais é reunir as pessoas em um ambiente que reforça a cultura da empresa. Essa prática integra um esforço mais amplo de comunicação e integração. No mesmo relato, Bloisi descreve investimentos em infraestrutura remota para manter a conexão cultural também com os profissionais que trabalham longe.
Q: Para que serve a reunião mensal de resultados do iFood?
A reunião mensal de resultados do iFood serve para revisar os indicadores da empresa, segundo a apresentação de Fabrício Bloisi. Como exemplo, ele menciona um encontro realizado no dia anterior, com 60 pessoas reunidas durante três ou quatro horas para analisar os indicadores do iFood inteiro. A reunião acontece todos os meses e utiliza um espaço que também recebe eventos e outras reuniões de trabalho. Essa rotina aparece no relato ao lado da defesa de disciplina de gestão, comunicação de metas e entendimento compartilhado sobre o desempenho e a direção do negócio.
Q: Quais dificuldades marcaram os primeiros anos da Movile?
Os primeiros anos da Movile foram marcados por incerteza sobre o negócio, dificuldades de caixa e repetidos episódios em que a empresa quase quebrou, conforme Fabrício Bloisi. Ele conta que a operação começou com duas pessoas e passou por uma incubadora, ocupando uma sala pequena. A empresa trabalhou com projetos de televisão e conteúdo para celular, incluindo SMS. Para pagar salários, Bloisi relata ter recorrido a bancos usando duplicatas dos meses seguintes. Os recebimentos podiam demorar, e a continuidade da operação dependia de conseguir fechar o fluxo de caixa de cada mês.
Q: Como a Movile entrou no iFood e ampliou sua participação?
A Movile entrou no iFood investindo em uma operação existente, que Fabrício Bloisi descreve como um negócio originado da Disk Cook. A decisão foi aproveitar uma base que já operava em São Paulo e em mais uma ou duas cidades, em vez de começar do zero. Segundo o relato, a participação inicial foi de 30%, depois passou para 60% e chegou a 100%. Bloisi situa esse início aproximadamente em 2014 e menciona cerca de 20 mil pedidos mensais no primeiro investimento. A expansão é associada à introdução de disciplina de gestão e cultura.
Q: Quando o iFood começou a operar com entregadores e qual foi a escala alcançada?
O iFood começou a operar com entregadores em 2019, segundo Fabrício Bloisi. Antes disso, a empresa atuava como marketplace, oferecendo o aplicativo, sem ter começado com a operação de entregadores descrita na apresentação. Bloisi afirma que essa frente passou de zero para aproximadamente 300 mil pessoas em três ou quatro anos, destacando o desafio de expansão. Para o mês citado no relato, ele informa cerca de 320 mil ou 330 mil entregadores ativos. Ao considerar o último ano, menciona aproximadamente um milhão de entregadores, distinguindo esse total do contingente ativo mensal.
Q: Qual é o papel dos conflitos na gestão defendida por Fabrício Bloisi?
Os conflitos têm espaço na gestão defendida por Fabrício Bloisi, desde que as pessoas consigam alinhar as divergências e seguir adiante. Ele afirma que trabalhar em conjunto não exige eliminar todo conflito e admite a necessidade de algum nível de discordância. Esse entendimento acompanha a defesa de um senso comum de direção e propósito, com pessoas envolvidas e comprometidas com o negócio. A descrição da apresentação também destaca espaços seguros para conflitos construtivos. Assim, o alinhamento defendido por Bloisi inclui lidar com diferenças enquanto se mantém o compromisso com os objetivos compartilhados.
Summary & Key Takeaways
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Fabrício Bloisi atribui o crescimento do iFood à cultura e à disciplina de gestão. Comunicação, propósito comum e envolvimento das pessoas aparecem como elementos centrais para coordenar a expansão.
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A integração combina encontros presenciais, infraestrutura de áudio e vídeo e transmissões internas. A empresa recomenda dois dias semanais no escritório, com flexibilidade para cada grupo se ajustar.
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A trajetória começou com uma empresa pequena e crises financeiras na Movile. O iFood recebeu investimentos progressivos, expandiu o marketplace e passou a operar com entregadores a partir de 2019.
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