Como superar os grandes desafios do empreendedor brasileiro

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December 2, 2015
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Endeavor Brasil
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Como superar os grandes desafios do empreendedor brasileiro

TL;DR

O painel destaca que o Brasil tem demanda de empreendedores, mas falta cultura de internacionalização e integração com universidades. A burocracia, a falta de acordos bilaterais e a dificuldade de acessar serviços que conectem empresas ao mercado externo criam barreiras. A solução envolve simplificar processos, ampliar parcerias público privadas e incentivar o diálogo entre universidade e mercado.

Transcript

Bom Jesus a fif eh acho que um pouco da conversa não dá para Não Dá Para não começar o painel sem repercutir um pouco o resultado desse estudo eh e muito do que diz respeito a aos grandes desafios do do empreendedor brasileiro né a gente tá vendo que não falta vontade eh as pessoas estão dispostas a empreender no Brasil mas quando o assunto é conhe... Read More

Key Insights

  • Há uma lacuna entre desejo de empreender e capacidade de internacionalizar empresas no Brasil.
  • A burocracia aduaneira e a falta de acordos bilaterais dificultam exportação de PMEs.
  • Existe resistência cultural à aproximação entre universidade e mercado para orientar empreendedores.
  • A criação de operadores logísticos internacionais facilita o envio de cargas por pequenas empresas.
  • A participação de bancos e programas de apoio é crucial para ampliar o acesso a crédito de longo prazo.
  • Uma rede de negócios mais ágil e eletrônica pode reduzir tempo de abertura de empresas e facilitar operações.
  • A integração entre setores público e privado é essencial para institucionalizar políticas de empreendedorismo.
  • A visão de que gigante faz a história precisa se manter, mas o cidadão comum também pode alavancar mudanças.
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Questions & Answers

Q: Como a internacionalização é apresentada como desafio no vídeo

A internacionalização é apontada como necessidade central, com ênfase na pouca atuação de pequenas e médias empresas nesse polo. O painel discute que o Brasil ainda depende de um mercado interno robusto, o que reduziu a ênfase no exterior e favoreceu até mudanças regulatórias parciais, como a criação de operadores logísticos internacionais para facilitar exportação. O papel do Santander em prover serviços que viabilizam mercado externo é destacado como potencial facilitador.

Q: Quais barreiras são citadas como maiores para PMEs exportarem

As barreiras incluem burocracia aduaneira, custos de conformidade, e a necessidade de parcerias logísticas que compreendam o movimento de mercadorias entre países. O diálogo menciona a importância de acordos bilaterais e de simplificação de processos para liberar o comércio de PMEs. Também é destacado que a falta de uma cultura de internacionalização recente entre micro e pequenas empresas dificulta a tomada de risco e o investimento em exportação.

Q: Qual é o papel da universidade na solução proposto no vídeo

O vídeo aponta que a universidade precisa se integrar mais ao mercado, superando resistências internas que veem mercado como ameaça à pureza académica. Propõem-se projetos que conectem ensino e prática empreendedora, com participação de universidades em programas que apoiem micro e pequenas empresas, facilitando a cultura de inovação, empreendedorismo e colaboração entre academia e setor produtivo.

Q: Como o Santander e o Sebrae são apresentados no diálogo

Ambos são apresentados como atores que podem diminuir o GAP entre o ecossistema e o empreendedor. O Santander oferece serviços como Santander Passport International e rede de contatos, enquanto o Sebrae atua para ampliar a infraestrutura de apoio aos pequenos negócios. A combinação de ambos é vista como caminho para facilitar internacionalização, acesso a crédito e integração com o mercado internacional.

Q: Quais soluções de política pública são discutidas no painel

Discute-se facilitar a abertura de empresas com comunicação eletrônica e simplificação de cadastros, criando um portal de negócios que conecte o mercado interno ao externo. A ideia de eliminar barreiras burocráticas através de acordos bilaterais, bem como o desenvolvimento de serviços que suportem exportação de PMEs, é apresentada como estratégia central para modernizar o ambiente de negócios.

Q: Por que a cultura de empreendedorismo no Brasil é vista como entrave

A cultura de empreendedorismo é vista como entrave porque há foco excessivo no mercado interno, pouca aspiração por internacionalização e uma visão de que grandes negócios são os únicos capazes de moldar o ecossistema. Reformas culturais que incentivem a ambição, a inovação e o relacionamento com mercados externos são apontadas como essenciais para transformar a narrativa do empreendedor brasileiro.

Q: Qual é a função do ambiente de negócios na mudança discutida

O ambiente de negócios precisa ser mais ágil e menos burocrático, com sistemas de abertura de empresas mais rápidos e interoperáveis entre bancos, redes de pagamento e comércios. Além disso, é necessário criar canais de informação que conectem empreendedores às oportunidades disponíveis, reduzindo assim a assimetria de informação e ampliando o acesso a crédito e serviços de suporte.

Q: Quais elementos ajudam a resolver a assimetria de informação para empreendedores

Segundo o diálogo, a redução de barreiras de acesso a crédito de longo prazo, interoperabilidade entre maquininhas e redes de pagamento, e a oferta de serviços de apoio de organismos como Santander e Sebrae ajudam a reduzir a assimetria de informação. A criação de redes de negócios eletrônicas e de portais que conectem empresas a mercados externos facilita a descoberta de oportunidades e o aproveitamento de recursos disponíveis.

Summary & Key Takeaways

  • O debate aponta que há vontade de empreender, mas o brasileiro ainda não performa em alcance internacional ou na capacidade de escalar negócios, exigindo ações concretas de governos e instituições.

  • Há falhas na internacionalização de pequenas empresas, com burocracia elevada e pouca oferta de serviços que conectem empresas a mercados externos, além de barreiras regulatórias.

  • Há necessidade de maior integração entre universidades e o setor produtivo para formar empreendedores alinhados ao mercado, reduzindo a distância entre teoria e prática.


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