Como aplicar educação empreendedora com prática social?

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August 19, 2016
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Endeavor Brasil
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Como aplicar educação empreendedora com prática social?

TL;DR

A abordagem une teoria e prática por meio de atividades integradoras de empreendedorismo social. Alunos trabalham com uma cooperativa de renda gerando impacto social na comunidade e aprendem na prática com a associação receptora. A avaliação acontece em três momentos: relatório parcial, relatório final e cronograma de entregas com feedback da associação, ajustando planos conforme a realidade local.

Transcript

o que a gente sentia nada dentro dos cursos e da escola como um todo muito essa questão a da gente conseguir trabalhar cada vez mais teoria e prática associada como é que o ato público em prender como é que ele gera um valor para o mercado e para a sociedade a gente tentou cada vez mais fazer essa aproximação e trazer para as atividades integradora... Read More

Key Insights

  • Apropriação da realidade da associação facilita o entendimento do impacto social.
  • Planos de ação e cronogramas orientam as entregas tanto na sala quanto na associação.
  • As atividades são estruturadas para evoluir o envolvimento estudantil ao longo do semestre.
  • A cooperação com a comunidade fornece feedback real para melhoria de projetos.
  • A educação prática é associada a princípios da economia solidária e de gênero.
  • A avaliação utiliza entregas formais, relatórios parciais e relatório final com rubricas claras.
  • O projeto envolve produção de sabão a partir de óleo coletado, conectando teoria com prática produtiva.
  • O foco é embutir empreendedorismo social na formação e na geração de impacto na comunidade.

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Questions & Answers

Q: Pergunta 1: Como a atividade integradora facilita a relação entre teoria e prática no empreendedorismo social?

Resposta 1: A atividade integradora cria um elo direto entre o conteúdo teórico aprendido em sala de aula e a prática social da cooperação de renda. Ao trabalhar com a associação, os alunos vivenciam problemas reais, aprendem a mapear necessidades, criar cronogramas de atuação e desenvolver planos de ação. Esse ciclo de teoria, prática, feedback e ajuste contínuo permite que os estudantes internalizem conceitos de empreendedorismo social, responsabilidade social e gestão de projetos, tornando o aprendizado mais significativo e aplicável ao mercado e à comunidade.

Q: Pergunta 2: Quais etapas estruturam a avaliação dos alunos na atividade?

Resposta 2: A avaliação é dividida em três momentos, com relatórios parciais e final, além do cronograma de entregas. Cada etapa tem entregas formais e rubricas que destacam o envolvimento, a presença e o engajamento do aluno. A avaliação considera também o desempenho do grupo versus o desempenho individual, com possibilidade de notas diferenciadas para refletir contribuições distintas. Esse processo busca reconhecer o esforço, a participação ativa e a qualidade das entregas, além do alinhamento com a realidade da associação.

Q: Pergunta 3: Como o projeto utiliza a cooperação de renda e a economia solidária no ensino?

Resposta 3: O projeto se apoia em uma cooperativa que trabalha com três eixos: resgate social de mulheres, economia solidária e desenvolvimento de produtos. A prática educativa é orientada para transformar óleo coletado em sabão e detergentes, conectando educação, produção e impacto social. Essa abordagem evidencia princípios de economia solidária, cooperação entre estudantes e comunidade, bem como a aplicação de teoria em uma produção real que beneficia a comunidade e reforça competências de gestão.

Q: Pergunta 4: Qual o papel da associação receptora no processo de aprendizagem?

Resposta 4: A associação recebe os alunos e propõe realidades a serem resolvidas, servindo como lente para a transformação. A partir da primeira aproximação, os alunos documentam a realidade, criam cronogramas, definem entregas e recebem feedback direto. A interação contínua com a associação permite ajustes nas propostas, fortalece a compreensão de impactos sociais e oferece um ambiente de aprendizado que se ajusta à disponibilidade e às necessidades da comunidade.

Q: Pergunta 5: Que tipos de atividades práticas são desenvolvidas pelos alunos com a associação?

Resposta 5: Entre as atividades, há imersão na produção de sabão a partir do óleo coletado, montagem de processos de limpeza e envolvimento em decisões sobre logística, marca e venda. Os alunos participam da operação prática, aprendem técnicas de produção, recebem orientação da comunidade e experimentam a gestão de um pequeno negócio. Essas experiências práticas consolidam o conhecimento técnico e técnico-cognitivo, além de promoverem habilidades de trabalho em equipe, comunicação e resolução de problemas.

Q: Pergunta 6: Como o feedback da associação influencia as entregas dos alunos?

Resposta 6: O feedback da associação é utilizado para ajustar planos de ação e cronogramas, bem como para melhorar a qualidade dos produtos e serviços desenvolvidos. Isso permite que a turma aprenda com erros e identifique oportunidades de melhoria, fortalecendo a relação entre universidade e comunidade. A avaliação também contempla a percepção da associação sobre o impacto e a viabilidade do projeto, orientando decisões de negócio e planos futuros.

Q: Pergunta 7: Quais ganhos são observados pela professora com a prática educativa?

Resposta 7: A professora observa crescimento significativo na participação dos alunos, que passa de iniciativas isoladas para turmas grandes, com centenas de alunos envolvidos. Esses ganhos incluem maior interesse pela pesquisa aplicada, maior interação com a comunidade e resultados tangíveis, como projetos que captam recursos para organizações apoiadas. A prática educativa, portanto, amplia a visão dos estudantes sobre ciência, sociedade e empreendedorismo.

Q: Pergunta 8: Quais são os objetivos de longo prazo dessa abordagem educativa?

Resposta 8: Os objetivos são formar cidadãos que conectem teoria e prática, promovam inovação social e contribuam para o desenvolvimento local. A ideia é sustentar uma cultura de educação prática que impacte comunidades, fomente empreendedorismo social e produza aprendizados duradouros que possam ser replicados em outras instituições. Ao finalizar o curso, os alunos devem sair preparados para atuar em ambientes que exigem visão integrada entre ensino, pesquisa e ação social.

Summary & Key Takeaways

  • A educação empreendedora na Unisinos é prática, conectando teoria com ações reais da comunidade por meio de atividades integradoras. O foco é empreendedorismo social e envolvimento da sociedade para gerar valor. Os alunos vivenciam a realidade com uma cooperativa de renda, aprendendo com a prática junto à associação parceira.

  • Os alunos realizam etapas estruturadas: apropriação da realidade, cronograma de atuação, entregas parciais e finais, planos de ação e negócios, e feedback contínuo da associação e da instituição.

  • A avaliação do desempenho ocorre em três momentos com notas diferenciadas conforme participação, presença e engajamento, promovendo accountability individual dentro de um projeto coletivo.


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