Como preparar um submarino para o teste na água

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December 22, 2020
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Manual do Mundo
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Como preparar um submarino para o teste na água

TL;DR

O submarino de 185 kg foi transportado até uma piscina de mergulho para a preparação de seu teste mais importante antes do mar. A equipe verificou motores, sistema pneumático de lastro, suprimento de ar e procedimentos de emergência, além de enfrentar o desafio de mover a estrutura de 2 metros por uma escada e um corredor estreito.

Transcript

O que que você pensou quando eu falei para você que a gente vai fazer um submarino em o cara é doido é a pessoa estaria mais rápido possível tá bom ó E aí e finalmente está chegando o grande dia vamos botar esse submarino numa piscina de mergulho esse aqui vai ser o último teste o maior eo mais importante teste de todos Antes de a gente levar o sub... Read More

Key Insights

  • O submarino pesa 185 kg sem o lastro e possui uma estrutura com 2 metros de comprimento.
  • A equipe calculou que pelo menos seis pessoas seriam necessárias para transportar a embarcação.
  • Marcos Gregório ajudou a erguer o submarino após relatar levantar 210 kg no arranco.
  • A descida até a piscina exigiu tábuas e equipamento de alpinismo para controlar o peso.
  • O corredor foi medido durante o projeto e deixou apenas 1 cm livre em cada lado do casco.
  • O teste planejado verificaria vazamentos, vedação da tampa, motores e tanques de lastro.
  • Dois ou quatro cilindros de aço de 15 litros forneceriam ar ao ocupante e aos tanques.
  • Um pequeno cilindro de escape foi incluído para permitir o abandono emergencial do veículo.

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Questions & Answers

Q: Como o submarino foi transportado até a piscina de mergulho?

O submarino foi colocado em uma carreta puxada por uma caminhonete e levado até o local da piscina de mergulho. Como pesava 185 kg mesmo sem o lastro e tinha 2 metros de comprimento, a equipe calculou que pelo menos seis pessoas seriam necessárias para carregá-lo. O halterofilista Marcos Gregório também ajudou na movimentação. Para descer a longa escada até a piscina, a equipe apoiou a estrutura sobre tábuas e utilizou equipamento de alpinismo, soltando o submarino lentamente para controlar seu peso e evitar danos aos degraus.

Q: Quais verificações estavam previstas para o teste do submarino?

O teste na piscina de mergulho deveria verificar primeiro se o submarino apresentava vazamentos e se sua tampa estava devidamente vedada. A equipe também pretendia avaliar se a embarcação conseguia subir e descer, se os sistemas dos tanques de lastro funcionavam e se os motores respondiam corretamente. Caso todos esses elementos funcionassem bem, havia ainda a possibilidade de realizar um teste de emergência. Nesse procedimento, o ocupante precisaria abandonar o submarino enquanto ele estivesse dentro da água, usando o suprimento de ar reservado para essa situação.

Q: Por que a pressão era um risco importante para o submarino?

Segundo André, o principal perigo ao trabalhar em profundidades abaixo de 5 metros era a equiparação das pressões. O ambiente interno do submarino deveria permanecer com pressão de 1 atmosfera para manter o ocupante em condições adequadas, enquanto a pressão do ambiente externo seria maior. Essa diferença exigia atenção ao projeto e aos sistemas da embarcação. Por isso, antes de levar o submarino ao mar, a equipe planejou um teste em piscina de mergulho, no qual poderia verificar a vedação da estrutura, o funcionamento dos equipamentos e os procedimentos de segurança.

Q: Como funcionaria o suprimento de ar do submarino?

De acordo com o projeto descrito no vídeo, o submarino poderia usar dois ou quatro cilindros de aço, cada um com capacidade de 15 litros. Esses cilindros forneceriam ar tanto para a pessoa no interior quanto para o controle dos tanques responsáveis por fazer a embarcação submergir ou emergir. Além desse suprimento principal, o equipamento incluía um cilindro pequeno de escape. Esse reservatório adicional serviria para fornecer ar ao ocupante durante um abandono emergencial, caso fosse necessário sair do submarino enquanto ele ainda estivesse dentro da água.

Q: Qual era o plano para uma emergência dentro da água?

A equipe considerava realizar um teste no qual o ocupante precisaria sair do submarino enquanto a embarcação estivesse submersa. Para possibilitar esse abandono emergencial, havia um pequeno cilindro de escape dentro do equipamento. André explicou que esse tipo de reservatório fornece um suprimento temporário de ar para a pessoa conseguir se afastar do veículo em uma situação de acidente na água. Antes desse teste, porém, seria necessário confirmar que a vedação, os motores, os tanques de lastro, o sistema pneumático e o suprimento principal de ar estavam funcionando corretamente.

Q: Como o submarino conseguiu atravessar o corredor estreito?

A passagem pelo corredor não ocorreu por coincidência. Durante o desenvolvimento do submarino, a equipe visitou o local e mediu a largura disponível, incorporando essa limitação ao projeto da embarcação. Quando o casco foi transportado até a piscina, restou apenas 1 cm de espaço em cada lado. A travessia também exigiu cuidado com componentes externos, como o interruptor. Esse planejamento dimensional permitiu que uma estrutura de 2 metros de comprimento chegasse ao destino, apesar do acesso estreito e da dificuldade adicional provocada por seu peso de 185 kg sem o lastro.

Q: Por que foram usadas tábuas e equipamento de alpinismo na escada?

A piscina ficava depois de uma escada longa, com uma diferença de nível estimada no relato entre 3 e 4 metros. As tábuas foram colocadas sob o submarino para impedir que sua estrutura danificasse os degraus durante a descida. Ao mesmo tempo, um equipamento de alpinismo controlava a liberação do peso, permitindo que a embarcação avançasse lentamente. No meio do percurso, a equipe percebeu que algumas madeiras estavam rachando e demonstrou preocupação com o interruptor, mas continuou ajustando a posição do submarino para completar a passagem.

Q: Quem ajudou a levantar o submarino e por que foi chamado?

A equipe convidou Marcos Gregório, halterofilista que representava o Brasil na categoria de 96 kg, para ajudar a movimentar a embarcação. Ele afirmou levantar 210 kg no arranco, valor superior aos 185 kg do submarino sem o lastro. Mesmo assim, explicou que não poderia erguer sozinho uma estrutura daquele formato porque ela não tinha pontos adequados de pegada, como teria uma barra. A solução foi Marcos sustentar uma extremidade enquanto outras pessoas seguravam a outra, reduzindo a dificuldade de transportar o casco até a carreta.

Summary & Key Takeaways

  • Antes do teste na piscina de mergulho, a equipe precisava conferir vedação, tampa, motores, tanques de lastro e capacidade de subir e descer, além de planejar uma possível saída emergencial de dentro da água.

  • O submarino, com 185 kg sem o lastro e 2 metros de comprimento, foi levado em uma carreta e movimentado com ajuda de várias pessoas, incluindo o halterofilista Marcos Gregório, da categoria de 96 kg.

  • Para alcançar a piscina, a embarcação desceu uma longa escada sobre tábuas e controlada por equipamento de alpinismo. O corredor havia sido medido no projeto e deixou somente 1 cm livre de cada lado.


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