RÚSSIA vs UCRÂNIA: A guerra nuclear é IMINENTE? Por Ana Lívia Esteves, especialista em Rússia

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November 23, 2024
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Opera Mundi
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RÚSSIA vs UCRÂNIA: A guerra nuclear é IMINENTE? Por Ana Lívia Esteves, especialista em Rússia

TL;DR

A guerra nuclear não é vista como iminente em Moscou, segundo Ana Lívia Esteves, embora exista frustração com a forma como o Ocidente trata o risco nuclear. A autorização dos Estados Unidos para ataques com mísseis, o uso de seis ATACMS em Briansk e de Storm Shadows em território russo elevaram a tensão. Leia para entender por que essas ações são interpretadas também como pressão psicológica sobre a liderança russa.

Transcript

Ana qual é o clima que se vive em Moscou nos últimos dias há medo de uma guerra nuclear olha essa foi realmente uma semana muito agitada digamos assim aqui na Rússia a gente tem notícias o tempo todo sobre o que tá acontecendo o pessoal tentando fazer análises que ficam já envelhecidas em alguns minutos por causa de novos acontecimentos eh mas tem ... Read More

Key Insights

  • A situação em Moscou é de calma, mas há frustração com a percepção ocidental sobre a questão nuclear.
  • A eleição de Trump trouxe esperanças de um acordo, mas decisões recentes dos EUA frustraram expectativas.
  • Os EUA autorizaram o uso de mísseis pela Ucrânia, aumentando tensões com a Rússia.
  • A Ucrânia utilizou mísseis britânicos e norte-americanos contra a Rússia, destacando a escalada do conflito.
  • A Rússia possui um sistema de defesa antimísseis robusto, mas enfrenta desafios com novas armas, como drones.
  • Os mísseis Atacms e Storm Shadows têm diferentes alcances e implicações legais internacionais.
  • O fornecimento de minas antipessoais para a Ucrânia pelos EUA é uma escalada preocupante.
  • Analistas veem ações recentes como tentativas de pressionar psicologicamente a liderança russa.

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Questions & Answers

Q: A guerra nuclear entre Rússia e Ucrânia é iminente?

Segundo Ana Lívia Esteves, em Moscou há uma percepção de calma e de que não ocorrerá uma grande escalada. Ao mesmo tempo, existe frustração com o que os russos consideram falta de seriedade do Ocidente ao tratar a questão nuclear.

Q: Qual é o clima em Moscou diante do risco de uma escalada nuclear?

O clima descrito é de relativa calma, apesar de uma semana agitada e de acontecimentos que mudam rapidamente. A preocupação principal é a incerteza provocada pelas novas decisões ocidentais e pelo emprego de mísseis contra território russo.

Q: Por que a autorização dos Estados Unidos foi considerada uma escalada?

A autorização permite que a Ucrânia use mísseis contra o território russo, contrariando a posição de risco atribuída anteriormente à administração Biden. Autoridades russas afirmaram que tratariam essa medida como participação direta dos Estados Unidos no conflito.

Q: Por que a Ucrânia dependeria de ajuda militar norte-americana para operar esses mísseis?

Ana Lívia afirma que esses mísseis não podem ser operados sem apoio militar norte-americano, principalmente por causa dos satélites usados para determinar o alvo exato. Por isso, a operação seria interpretada pela Rússia como envolvimento direto dos Estados Unidos.

Q: Quais mísseis foram usados pela Ucrânia contra o território russo?

O relato menciona o uso de mísseis britânicos Storm Shadow e de seis ATACMS na região de Briansk. Também informa que dois Storm Shadows lançados na região de Kursk teriam sido abatidos.

Q: Os ataques com mísseis contra a Rússia foram bem-sucedidos?

Segundo o relato, o ataque com seis mísseis contra um suposto depósito de armas em Briansk não foi bem-sucedido. A alegação sobre o alvo não foi confirmada pelo Ministério da Defesa da Rússia.

Q: Como funciona a defesa russa contra ATACMS e Storm Shadow?

A Rússia possui um sistema de defesa antimísseis descrito como robusto, baseado principalmente nos sistemas S-400 e S-300. Essa defesa estaria mais preparada para mísseis com longa história de uso militar do que para armas mais novas, como drones.

Q: Por que os ataques são vistos como pressão psicológica sobre a liderança russa?

Analistas russos citados entendem que a incerteza sobre as autorizações ocidentais pode ter como principal objetivo pressionar psicologicamente a liderança russa. Isso ocorreria antes de uma contraofensiva em Kursk e enquanto a Rússia avança rapidamente no Donbas.

Summary & Key Takeaways

  • Ana Lívia Esteves discute o clima em Moscou, destacando a calma e frustração com a postura ocidental sobre armas nucleares. Ela menciona avanços russos na Ucrânia e a percepção de um possível acordo frustrado por decisões dos EUA.

  • A especialista analisa a autorização dos EUA para o uso de mísseis pela Ucrânia, considerando isso uma escalada no conflito. Ela destaca que mísseis britânicos e norte-americanos foram usados pela Ucrânia contra a Rússia, aumentando as tensões.

  • O vídeo aborda a robustez do sistema de defesa antimísseis russo e os desafios com novas armas. Ana discute as implicações legais dos mísseis Atacms e Storm Shadows e a preocupação com o fornecimento de minas antipessoais à Ucrânia.


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